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terça-feira, 29 de julho de 2014

Você sabe quem e a Ararinha-Azul


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Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Gênero: Cyanopsitta
Espécie: Cyanopsitta spixii
A ararinha Cyanopsitta spixii, ou ararinha azul, é uma ave endêmica da caatinga, ocorrendo do extremo norte da Bahia ao sul do Rio São Francisco, na região de Juazeiro. Ela possui coloração de tonalidade azul, e presença de uma faixa cinza que se estende da região superior de seu negro e curto bico até os olhos - destacando a cor amarela da íris.  Não há dimorfismo sexual nítido, ou seja: fêmeas e machos são semelhantes.
Em razão de sua exuberância, se tornou alvo frequente do tráfico internacional de animais. Este fator, aliado também à invasão de seus ninhos por abelhas africanas, matando fêmeas e filhotes, e, principalmente, à perda de hábitats; permitiu que esta espécie  provavelmente se encontre, na atualidade, extinta da natureza. Isso porque o último exemplar em liberdade foi visto pela última vez em 2002, quando desapareceu sem deixar rastros. Como existem possíveis hábitats para a ocorrência dessa espécie, a IUCN considera essa espécie, até segunda ordem, como criticamente ameaçada.

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Sementes de buriti, pinhão e frutos em geral fazem parte de sua dieta. indivíduos de cativeiro também se alimentam de ração comercial para psitacídeos e suplementação mineral e polivitamínica.

Esse indivíduo em questão, um macho de aproximadamente vinte anos de idade, era vigiado por cientistas e voluntários na cidade de Curaçá - BA. Durante oito anos, teve uma fêmea de maracanã como parceira sem, no entanto, dar origem a ovos viáveis. Mais tarde, tentativas de aproximação entre ele e uma fêmea de cativeiro de sua espécie foram em vão, já que são monogâmicos, e este já considerava a outra como sua parceira.
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A estação reprodutiva estava relacionada com a época das chuvas, ocorrendo de outubro a março. A espécie era dependente de árvores da espécie Tabebuia aurea onde nidificavam.15 O ninho era feito em ocos naturais ou feitos por pica-paus (Campephilus melanoleucos) e normalmente de dois a três ovos eram postos. Relatos feitos na observação do último exemplar na natureza, revelou que a espécie pernoitava em facheiros (Pilosocereus spp.), possivelmente para proteção.15 A longevidade máxima registrada foi de 27 anos em um indivíduo em cativeiro.
Ararinha-azul juvenil em cativeiro.
Estado de conservação
Status iucn3.1 CR pt.svg
Em perigo crítico
A alimentação consistia de flores, frutos, polpa, seiva e principalmente de sementes, sendo ao todo identificados 13 espécies de plantas na dieta do último indivíduo observado na natureza.A dieta era composta principalmente de sementes de pinhão-bravo (Jatropha mollissima) e faveleira (Cnidoscolus quercifolius) que representavam cerca de 81% da dieta. Outros fontes alimentares incluíam as vagens da caraibeira (Tabebuia aurea) e da baraúna (Schinopsis brasiliensis), e os frutos do joazeiro (Zizyphus joazeiro), do pau-de-colher (Maytenus spinosa) e de facheiros e outras cactáceas (Pilosocereus spp.)

 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

O que você sabe sobre o tucumã?

Tucumã (Astrocaryum aculeatum), acaiúra, acuiuru, coqueiro-tucumã, tucum, tucumã-açu, tucumã-arara, tucum-açu, tucumaí-da-terra-firme, tucumãí-uaçu, tucumã-piririca, tucumã-purupuru ou tucum-do-mato[carece de fontes]é uma palmeira que chega a medir até 15 metros, geralmente solitária, de estipe com faixas de espinhosnegros, folhas ascendentes, inflorescência ereta e frutos amarelos com tons avermelhados.
É uma palmeira nativa da Colômbia e de Trinidad ao Brasil, especialmente dos estados do Acre, Amazonas, Pará e Rondônia, sendo explorada ou cultivada por seu palmito e frutos comestíveis (dos quais se faz uma espécie de vinho), pela sua madeira, usada para fazer brincos, pelo óleo das sementes, utilizado em cozinha, e também pelas folhas, das quais se extrai fibra de tucum para a confecção de redes e cordas que resistem à água salgada.

Você sabe o que é jenipapo?

Jenipapo é o fruto do jenipapeiro (Genipa americana), uma árvore que chega a vinte metros de altura e é da família Rubiaceae, a mesma do café. É encontrada em toda a América tropical. No Brasil, encontramos pés de jenipapo nativos na Amazônia e na mata atlântica, principalmente em matas mais úmidas, ou próximo a rios - a planta inclusive aguenta encharcamento. Em guarani, jenipapo significa "fruta que serve para pintar". Isso porque, do sumo do fruto verde, se extrai uma tinta com a qual se pode pintar a pele, paredes, cerâmica etc. O jenipapo é usado por muitas etnias da América do Sul como pintura corporal e some depois de aproximadamente duas semanas.A bela coloração azul-escura formada deve-se ao contacto da genipina contida nos frutos verdes com as proteínas da pele, sob ação do oxigênio atmosférico.
O fruto é uma baga subglobosa geralmente de cor amarelo-pardacenta. Sua polpa tem cheiro forte e é comestível, mas é mais apreciada na forma de compotas, doces, xaropes, bebida refrigerante, bebida vinosa e licor.O licor de jenipapo é uma bebida apreciada na Bahia, em Pernambuco e em cidades de Goiás, inclusive muito vendida em comércios de cidades turísticas como Caldas Novas e Jataí. Nas festas juninas da Bahia, o licor de jenipapo é o mais apreciado e os mais famosos são produzidos no Recôncavo baiano, de forma artesanal, em toneis que ficam em infusão por um ano até serem envasados e consumidas no São João. As cidades com maior tradição na fabricação deste tipo de bebida são Maragojipe, Cachoeira, Cruz das Almas e Santo Amaro.Algumas partes do jenipapeiro (como a raiz, as folhas e o fruto) têm diferentes propriedades medicinais. As cascas docaule e as cascas do fruto verde são usadas também para curtir couro, por serem ricas em tanino. O jenipapo usado em forma de garrafada serve para emagrecimento e junção em dietas para redução de colesterol ruim.

Você sabe o que é um Biribá?

O Biribazeiro (Rollinia mucosa) é uma árvore originária do ocidente da Amazônia e da Mata Atlântica pluvial (do Rio de Janeiro a Pernambuco), que se desenvolve bem em zonas com temperaturas médias de 20 a 24 °C, com precipitaçãoanual de 1.500mm, em solos férteis, bem drenados.Nomes populares: biribá, araticum, fruta-do-conde, fruta-da-condessa, condessa, ariticum, graviola-brava.
A árvore atinge entre seis e dezoito metros de altura, ramificando-se desde a base, culminando numa copaestendida. As folhas têm entre 12 a 15 centímetros de comprimento.As flores são hermafroditas, solitárias ou aos pares, com três sépalas e seis pétalas, cor verde-claro e odor característico, e se formam entre julho e setembro.O fruto é um sincarpo cônico ou globoso com epicarpogrosso de cor verde, que muda para amarelo quando madura. A polpa é branca e abundante, de sabor doce. Pesa de 300 a 1.300 gramas, atingindo de 10 a 14 cm de comprimento e 6 a 16 de diâmetro, amadurece de Novembro a Maio. Contém numerosas sementes.

Você sabe o que é um cajá?

O cajá é o fruto da cajazeira (Spondias mombin). É também chamada de ambaló, ambaró, cajá-mirim, cajazinha, tapareba, taperebá, taperibá ou tapiriba. A cajazeira (Spondias mombin L.) é uma espécie frutífera da família Anacardiaceae. É originária da América tropical.
Na região sudeste do estado brasileiro da Bahia, a cajazeira é encontrada como árvore usada para sombreamento permanente do cacaueiro e também como produtora de frutos que servem como importante fonte de renda adicional para o produtor. Os frutos drupáceos, suculentos, amarelos, azedos e aromáticos da cajazeira são muito apreciados para refrescos e licores. Além disso, apresentam boas características agroindustriais como rendimento de polpa de 56% em média e suas características químicas, como Brix de 13o. A polpa de cajá está entre as mais comercializadas na região
.S. mombin, frutificando.A cajazeira desenvolve-se bem em climas úmidos, subúmidos e quentes, com precipitação anual entre 1.100 e 2.000 milímetros. Os solos recomendados para o plantio são os profundos e bem drenados, para que as raízes tenham um desenvolvimento satisfatório. Os terrenos com declividade acima de 20% não são recomendáveis.Apesar da literatura agronômica não fornecer informações sobre nutrição e manejo para a cajazeira, sugere-se a adaptação de tecnologia utilizada em outras fruteiras tropicais com porte parecido. Assim, recomenda-se adubação com 400 g de superfosfato simples, 200 g de uréia e 150 g de cloreto de potássio parcelados em 3 vezes ao ano.
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Deve-se manter a cajazeira livre da concorrência das plantas daninhas através de roçagens e capinas. Por se tratar de uma planta com forte dominância apical, deve-se realizar a eliminação do broto terminal quando a planta atingir 60 cm de altura, a fim de proporcionar uma melhor distribuição dos ramos e uma arquitetura da copa mais adequada.
A poda de formação para obtenção de uma copa mais baixa requer cuidado constante. Deve-se eliminar os ramos que apresentarem crescimento vertical. Com essa prática, espera-se que o porte da planta mantenha-se entre 4 e 6 m de altura, com o propósito de facilitar os tratos culturais.Resultado de imagem para caja

Voce sabe quem e a jararaca-da-seca

A jararaca-da-seca (Bothrops erythromelas) é uma serpente brasileira que pode se encontrada na região nordeste (uma área restrita na porção meridional daBahia). Como seu nome indica, é a única espécie de jararaca que habita acaatinga, encontrada mais em moitas de capins onde busca alimento e abrigo. Possui uma dentição solenóglifa. O seu tamanho não ultrapassa mais de 60 centímetros.
Jararaca-da-seca

Bothrops erythromelas
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Reptilia
Ordem:Squamata
Subordem:Serpentes
Família:Viperidae
Género:Bothrops
Espécie:B. erythromelas
Nome binomial
Bothrops erythromelas
Amaral, 1923
Distribuição geográfica
Bothropoides erythromelas distribution.png
Atividade: Noturna. Serpente de hábito terrícola. É a única espécie de Jararaca que vive nas caatingas, procura abrigo nas touceiras de vegetação, onde encontra abrigo e alimento; há registro também de exemplares que foram encontrados nas margens de um dos poucos rios que há na região.
         



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Você sabe o que e um cajueiro

O cajueiro (nome científico Anacardium occidentale) é uma planta da família Anacardiaceae originária da região nordestedo Brasil, com arquitetura de copa tortuosa e de diferentes portes. Na natureza existem dois tipos: o comum (ou gigante) e o anão. O tipo comum pode atingir entre 5 e 12 metros de altura, mas em condições muito propícias pode chegar a 20 metros. O tipo anão possui altura média de 4 metros.
Seu fruto, a castanha de caju, tem uma forma semelhante a um rim humano; a amêndoa contida no interior da castanha, quando seca e torrada, é popularmente conhecida como castanha-de-caju. Prologando-se ao fruto, existe um pedúnculo (seu pseudofruto) maior, macio, piriforme, também comestível, de cor alaranjada ou avermelhada; é geralmente confundido como fruto. Designado como pedúnculo ou pseudofruto, esta estrutura amadurece colorido em amarelo e/ou vermelho e varia entre o tamanho de uma ameixa e o de uma pêra (5–11 cm). Tem, ainda, os nomes científicos de Anacardium microcarpum e Cassuvium pomiverum.Além do fruto, a casca da árvore é também utilizada como adstringente e tônico.
O tronco do cajueiro produz uma resina amarela, conhecida por goma do cajueiro que pode substituir a goma arábica, e que é usada na indústria do papel até a indústria farmacêutica .
Sua madeira, durável e de coloração rosada é também apreciada. As flores são especialmente melíferas e têm propriedades tônicas, já que contêm anacardina. Da seivaproduz-se tinta. A raiz tem propriedades purgativas.
Suas folhas são obovadas (isto é, têm a forma de um ovo invertido), apresentando-se coriáceas e subcoriáceas. As floresdispõem-se em panículas.

*MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO!
O maior cajueiro do mundo, também conhecido como cajueiro de Pirangi, é uma árvore gigante localizada na praia de Pirangi do Norteno município de Parnamirim, a doze quilômetros ao sul de Natal, capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte.
A árvore cobre uma área de aproximadamente 8500 m², com um perímetro de aproximadamente 500 m e produz cerca de 70 a 80 mil cajus na safra, o equivalente a 2,5 toneladas.E seu tamanho é o equivalente a 70 cajueiros. O cajueiro teria sido plantado em 1888 por um pescador chamado Luís Inácio de Oliveira; o pescador morreu, com 93 anos de idade, sob as sombras do cajueiro.